sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Origem de onde nasci

Nasci em São Paulo no dia 06 de agosto de 1991, na zona oeste de são paulo no bairro da lapa.
A Lapa deve o nome a um morador português que, ao se mudar para lá, levou consigo uma imagem de Nossa Senhora, e construiu uma gruta, para a santa. A comunidade se desenvolveu em torno da imagem e o lugar passou a ser chamado de Nossa Senhora da Lapa, terminando por - na linguagem preguiçosa do povo - ficar conhecido apenas pelo último nome (lapa, significa "grande pedra que forma um abrigo"). Os primórdios do bairro nos remetem ao século 18, quando a região era dividida em apenas duas fazendas: a do coronel Anastácio de Freitas Trancoso (hoje, o bairro de Anastácio) e o sítio do Emboaçava. As duas fazendas eram atravessadas pelo Caminho dos Goiases - famosa rota de bandeirantes. A partir de 1880 - ano da Grande Imigração - começaram a chegar à Lapa as famílias tirolesas (do norte da Itália), que se dedicavam ao plantio de frutas e verduras. Em seguida vieram outros italianos (a maioria da região de Veneza), e também portugueses, espanhóis, franceses e sírio-libaneses. Eles se espalharam pelo bairro e se dedicaram ao comércio, como profissionais liberais ou artesãos, sapateiros ou alfaiates. No final do século 19, chegam operários italianos e franceses que vêm trabalhar na vidraçaria Santa Marina. A influência dos italianos é tamanha, que os nomes das Ruas do bairro eram sempre relativos à Itália: Roma, Coriolano, Cipião, e por aí vai. Por volta de 1906, com a instalação das oficinas, da Estrada de Ferro São Paulo Railway (SPR), operários e técnicos ingleses passaram a residir no bairro que se encontrava em franco progresso. Em 1919 o frigorífico Armour trouxe um grande número de trabalhadores húngaros, lituanos poloneses e russos. Uma febre de novas fábricas aconteceu no bairro, contribuindo para seu crescimento. As origens da Lapa remontam aos primórdios do povoamento de São Paulo de Piratininga. A primeira notícia sobre a região é de 1561 quando os jesuítas receberam uma sesmaria junto ao rio Embiaçaba, depois chamado Pinheiros.
Embiaçaba, Ambuaçava, Umbiaçava, Mboaçava, Emboaçava ou Boaçava, topônimo de origem tupi, que significa "lugar por onde passa", designou durante três séculos a região lapeana. A então paragem da Emboaçava, no século XVI, se limitava com os campos de Piratininga (altura do Pacaembu), Aldeia de Pinheiros, Jaraguá (que compreendia Pirituba e Freguesia do 0) e campos de Carapicuíba na altura do município de Osasco. 0 povoamento disperso, com sítios e fazendas, se fez lentamente a partir da construção de uma "fortaleza" para a defesa da Vila de São Paulo, situada além do rio Pinheiros, em 1590. Conservou, porém, reduzido número de habitantes durante muito tempo. Entre os imóveis da Emboaçava, a partir de meados do século XVIII, destacou-se a "fazendinha da Lapa", assim denominada pelos Padres Jesuítas, pelo fato de a terem recebido em doação sob a "condição de se cantar uma missa cada ano à Virgem Santíssima, com o título da Lapa". Limita-se com os sítios: Água Branca, Mandi, Emboaçava e Tabatinguá. A sede engenho e ermida da Lapa - localiza-se no caminho de Jundiaí, junto de um vaio (ponto hoje designado pela avenida Brigadeiro Gavião Peixoto, aproximadamente nos arredores da avenida Mercedes e da rua Guararapes). Devido, porém, ser muito acidentado o terreno e por falta de mão-de-obra, decidiram os religiosos trocá-la no ano de 1743 com outra propriedade situada na baixada santista. Em 1765, toda a paragem de Emboaçava continha apenas cinco casas com trinta e um habitantes, sendo treze homens e dezoito mulheres.
A Lapa vem, nos últimos anos, confirmando sua posição de bairro moderno e urbano, principalmente depois da implantação do Terminal Intermodal da Barra Funda e do Terminal Lapa.

Minha História

Eu Ariene Ribeiro da Silva, nasci em 1991 na cidade de São Paulo, mais especifico no bairro da Lapa, Zona Oeste, no Hospital Metropolitano. Sou a filha do meio de um casal separados que tiveram 3 filhos. Como todos os irmãos, andamos as turras mais sempre gostávamos uns dos outros.
Fui criada em uma família tradicional quando morávamos com o nosso Pai, o mesmo sempre foi rígido em nossa educação, entretanto os valores foram muitos importantes para nosso crescimento. Sempre tivemos muito amor e sempre fomos uma família muito unida, na presença de nossa avó materna, crescemos em um bom ambiente familiar. Minha mãe teve-me com 17 anos, foi uma mãe jovem sim, mais não a impediu de ser uma boa mãe assim como meu pai. Em minha adolescência acredito que foi igual à de muitos jovens, porem as coisas foram mudando, com a separação dos meus pais passamos a morar e conviver com nossa avó. É maravilhoso este amor e carinho que ela transmite, nos sentimos amados e seguros. No ano passado tivemos uma noticia que transformou nossas vidas para melhor, meu irmão mais velho o Felipe casou-se e nesta união nasceu nosso querido e amado Fernandinho, que atualmente esta completando um aninho é nossas vidas, com ele eu posso dizer que aprendi o que é amor de verdade. Trabalho há algum tempo em uma escola de educação infantil, localizada na zona norte, pertinho de casa, estou com uma turminha de 3 a 4 anos do Jardim I, escolhi esta profissão não por dinheiro, mais sim por amor, é fantástico saber que deixamos marcas positivas na vida das crianças, principalmente para os pequenos.
Confesso que em minha fase adulta pós 18, namorei bastante, viajei e até estava pensando no futuro a dois, contudo as coisas foram tomando outros rumos e sei que Deus tem preparado o melhor é só esperar a hora dele. Ah amigos, puxas meus amigos são completamente incríveis, são anjos que estão do meu lado para sempre, não tenho muitos mais os poucos que tenho são os escolhidos e eternos, uns são diários, outros são distante mais o amor e carinho permanece a cada dia. A partir de hoje vai ser através deste teclado que vou deixar um bocadinho da minha história e origem. Ariene Ribeiro